sexta-feira, 31 de julho de 2009
Windows XP
Também acredito que essa piora foi uma conspiração da Windows para a melhor aceitação do Vista (isso que já está chegando o Windows 7 e ainda tem gente que reclama do Windows Vista).Mas eu gosto do Vista!Tem um MovieMaker super bom.
Enfim, achei uma parodia do Matrix, onde tudo acontece no Windows XP.
Obs:Mando o Relatório de Erros.Se eles recebem (eis o que eu me pergunto) já estão entediados e cheio dos meus.rsrsrsrsrsrsrsrsr
Obs 2:Eles não estão nem ai, eu sei.
Achei outra uma parodia sobre o XP e Matrix
Obs: Todo mundo adora fazer isso com Matix e XP.
Só para reforçar...rsrsrsrsrsr
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Será uma novela picaresca?
Será uma novela picaresca?Sei que deveria estar fazendo outra coisa, tipo estudar, mas a tv também é fonte de...hummm...entreterimento.Mas eu gosto do filme.Sei lá, talvez porque seja um desenho bem feito com um humor mais adulto, com personagens mais complexos e estruturados (nunca me entendi com esses principes e princesas da Disney: a Cinderela que aposta todas as suas fichas em um homem que nunca viu na vida, uma estória baseada em preceitos machistas, em que a mulher tem como ultima saída um homem com posses, permitindo a degradação da própia imagem e a imagem do pai e da mãe e o principe com romantismo estereotipado que busca sua "amada" seguindo os seus "passos", nada muito inteligente porém muito heroico).
O filme é mais ou menos isso: dois amigos muito safados e vigaristas, bandidos e etc entram, por engano, num navio rumo à América junto com um cavalo esperto e um mapa para El Dorado - uma cidade que segundo a lenda é toda feita de ouro.Chegando aqui, eles conseguem entrar em El Dorado e os habitantes da cidade pensam que eles são deuses e eles ficam enganando o pobre povo (ui pobre!Deixe eu ser pobre assim!!!) até o final do filme.
Essa parte de serem canalhas não me assusta muito, porque toda quinta eu vejo um personagem praticamnte igual : Agustinho Carrara, o rei dos pícaros (ou malandros, vigaristas e etc).
Toda vez que assisto ao filme, lembro que esse personagem (o pícaro) é praticamente brasileiro.Todo brasileiro tem um pouco de pícaro, porque faz parte da própia cultura."O jeitinho brasileiro".O mais legal do filme e como ele me lembra porque somos assim.
O Brasil era uma colónia, o que se precisava na época eram homens que trabalhassem arduamente, que dominassem e implantassem uma cultura.E eram na maioria bandidos e homens que tentavam a sorte.
Já li dois livros em que isso acontece.Em "O Primo Basílio", de Eça de Queirós, onde Basílio constroi fortuna no Brasil e o outro livro é "Eugenie Grandet" onde outro primo busca fortuna na Índia.
Enfim, se somos como somos é porque isso é herança de centenas de anos de dominação.E o filme me lembra isso.Por isso gosto dele.E também porque é da DreamWorks e não da Disney, um estúdio controlador e repulsivo, porque destroi varias obras primas com suas adaptações mesquinhas (rsrsrsrsrrsrs).Meia brincadeira e meia verdade, hein!?
*Prefiro as adaptações da Disney as fábulas dos irmãos Grimm: parece uma mistura de Supernatural com Brothers And Sisters e House, sei lá, é bem sinistro, principalmente Cinderela, muito sangue, drama e coisas esquistas.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Lá vou eu de novo!
nesse caso.O que era distração virou vício...
Os livros
Sempre tem um personagem com um vício, mania e sinônimos.Seja em aguardente (Scarlett O'Hara, de "...E o vento levou"- só quando ela ficava viúva ou pagava mico-o livro inteiro, praticamente), otimismo ("Pollyanna"), perseguição (Bentinho, de "Dom Casmurro"), egoísmo (Cathy Earnshaw, de "O morro dos ventos uivantes), masoquismo (Jacob Black, de "Twilight"), gula (Nacib, de "Gabriela cravo e canela) e até compras (Rebecca Bloom, "Deliros de consumo de Becky Bloom).A Becky Bloom toda vez que passava em frente a uma vitrine, via um comercial de tv, um catalogo qualquer, ideias se tumultuavam em sua cabeça e ela acabava caindo na tentação...É meio assim comigo: banca de jornal, livraria, sebo, supermercado, biblioteca, prateleira alheia, site, blog...Não resisto a dar uma espiadinha nas prateleiras.Quando não faço na hora, deixo para depois...
Mesmo que seja para eu ir ver que o Raj descobriu que o filho de Maya é filho de Bahuan eu vou lá e olho.Claro, saio desapontada.Gosto tanto de ler que adoro filme legendado (calma, brincadeirinha!!!Gosto de legendado porque acho a dublagem de muitos filmes mal feitas).
Então James, o que acha de
uma espiadinha nesses livros?
Mas o problema é que onde moro não tem uma livraria digamos...Adequada para mim.Na verdade não existe livraria.Tem uma papelaria que tem algumas obras e talvez um sebo, que não conheço nem de cheiro.A livraria mais próxima é no estado de São Paulo e eu até gosto dela, é bem bonita e arrumada, meio carente, mas também temos que ser solidários, porque o público não é muito grande.Depois dessa tem uma maior, porém eu nunca me senti tão mal numa livraria (mesmo quando fiquei horas em um sebo GIGANTE, e depois ter ficado cinco dias com febre, catarro e etc.Obs:Também nunca me senti tão feliz!).
Era um dia bem frio, eu estava com dois casacos bem grossos(se tratando da cidade onde moro, isso é pior do que 12°C na Bahia) e passei frio a manhã inteira.Quando cheguei no shopping, fui direto para a Livraria.Enlouquecedor: os livros todos desorganizados, sem espaço para andar entre os livros e prateleiras, um aquecedor derretedor, e um café.Além do lugar não ser muito grande, ainda por cima colocam um monte de mesas só para atrapalhar quem quer ver os livros organizados por nome de autor.Lá estava eu, querendo comprar um livro, sem entender nada da chamada "organização", e senhoras, casais e parezinhos adolescentes se achando muito superiores porque se achavam adultos e estavam acompanhados e olhando feio por tentar me suprir de conhecimento, gastando tempo e dinheiro com livros (ganhando tempo e investindo dinheiro, na verdade).
Quase morri pagando 22 reais em um livro que eu poderia pagar por 12 reais em um sebo na minha antiga cidade e pagando por ser mal atendida, passar raiva, constrangimento e ainda por cima sem desconto!!!
É por isso que eu adoro sebos: posso andar livre entre as prateleiras, sem mesas para me atrapalhar, muito mais variedade e ainda com liberdade para pechinchar!!!Não é maravilhoso?!
Por esses e ourtos motivos que eu adoro sebos e bibliotecas.Adoro estar perto de livros, adoro a textura do livro novo ou usado, adoro até a contacapa!!!
Meu pai diz que eu enlouqueceria na "Cultura", na grande São Paulo (cidade que não conheço), porque ela é muito grande e existem várias.Não me importaria de ficar louca.Me importaria não ter dinheiro para levar uns "bebês" para casa.Portanto...É isso ai.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O Diário da Princesa, Meg Cabot

O que não gosto no livro é o vocabulário, que é muito pobre (afinal, se é para meninas na faixa de 11 a 16 anos que linguagem seria usada?) e a abordagem fútil e infantil.
Para começar a falar bem do livro, vou comentar a respeito da personagem principal.Com todo o respeito, mas ela é uma anta.Perdão, ela é muito inteligente em algumas áreas é também é bem rápida em alguns casos, mas faz um monte de coisas sem pensar e acredita em qualquer besteira que vê ou que dizem.Não consegue acreditar que pode ser bonita (nunca soube se ela era bonita ou não-no livro o tempo todo ela se julga feia e despresivel, no entanto as outras pessoas a veem diferente, principalmente o namorado, mas ele não conta) assim como não vê que é uma forte líder.Apesar de viver com sua mãe e raramente ficasse muito tempo com seu pai, ela é idêntica a ele (tirando uma das principais caracteristicas dele: um eterno mulherengo - mas mesmo assim gosto dele, muito charmoso com sua careca, terno e coroa, claro).A personagem é tão esquisita e tão distante de mim e das pessoas que eu conheço que mal consigo acreditar que existam pessoas assim - infelizmente futilidade, burrice e alto-estima baixa existem.
Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo (Mia), princesa de Genovia, principado europeu tem um gato que me faz rir só de pensar....O gato que quando fica deprimido engole meias, faz aquela cara de sofrimento dor e depois é levado ao veterinário que cobra 200 dólares para retirar a meia do estomago do gato.Gato que deve tomar agua mineral uma vez por dia e sua comida, quando enlatada, deve estar no formato da lata, por que se não estiver assim ele não come e se sente deprimido....Esse é FatLouie.A "pessoa" que a Mia mais ama.Mais que o pai, a mãe, a avó (Aliais, nessa lista ela é o n°16.000, o que só demonstra o incrível "amor" fraternal dessa relação avó/neta) e os amigos.
A avó é um máximo.Imagine uma senhora de uns 65 anos, vestida todinha de roxo, com um cão maltratado com Transtorno Obssesivo Compulsivo, pequeno, pelado, com horror a sua dona, com as mão enrrugadas pintadas de vermelho, com a pele do rosto esticada, uma tatuagem definitiva à moda dos anos 70 (aquelas bem pouco discretas e bem mal feitas) roxa nos olhos, um drinque em uma mão e na outra um cigarro.Bota uma cara bem má para completar.É Grandmère, uma senhora que se recusa a falar ingles em solo dos EUA, porque acha meio pobre.Só fala em frances e pode ser comparada à uma bruxa do seculo XXI.Tem um ritual diario de raspar as sombraselhas e depois desenha-las com lapis (deve ser por causa das plasticas).Sabe o que é pior?Que alem da Mia odia-lá,Grandmère é a original que serviu de inspiração para a versão melhorada chamada Lily, a amada de adorada melhor amiga de Mia.Estranho?Não, só Mia.
Lily não tem importância, eu não gosto dela mesmo, apesar de ela ser a mais doidinha das nerds e que quase me mata de rir.Gosto do irmão dela, que é uma espécie de Mr.Darcy e Heathcliftt, um herói vitoriano:inteligente, bonito, heroico, romântico e atlético.Infelizmente um gasto modelo de príncipe encantado.
O mais engraçado são as situações bizarras em que Mia aparece.Não sei quando foi que eu ri mais:quando eu descobri como Mia e Lily se tornaram amigas, quando a mãe dela ficou gravida do professor de álgebra, o teatrinho que a avó dela faz sobre a historia de Genovia (alias é uma ótima historia, dou gargalhadas só de lembrar), quando ela começa a fugir do Kenny, seu primeiro e detestável namorado, quando ele sai gritando nos corredores do colégio "Mia, eu te amo!!!",quando a avó ameaça a neta para fazer a maldita peça, as conversas de Lars (o guarda costas da Mia) e o guarda costas da Gina e etc.
Enfim, estou acabando com o livro.Não era isso que eu queria fazer.Eu gosto mesmo desse livro, nunca ri tanto lendo um livro.O problema é que ele é bem mais próximo da minha realidade do que os livros vitorianos que eu costumo ler e ao mesmo tempo gigantemente distante do meu eu.
Portanto, o livro é bom para alguém com no mínimo 11 anos e ,no máximo...Sei lá.Existem pessoas e pessoas.
Obs:Essa autora lançou um livro que eu acho que vou gostar (calma, não é "A Mediadora":sinistro demais):A Rainha da fofoca.Sei lá, deve ser divertido.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Ultima fala de Romeu, antes de morrer ao lado de Julieta




Que mundo!Colocar fogo em um ônibus para escapar da fiscalização (detalhe: o crime eram mercadorias contabandeadas do Paraguay).