sexta-feira, 15 de maio de 2009

"Pollyanna", de Eleanor H. Porter



Não é literatura Infanto-Juvenil.É quase um livro de auto-estima.Hiperbolico.Mas uma graçinha.Comovente.Quase chorei.Quase.


A obra conta a historia de uma garotinha órfã, que vai morar com a Tia (Miss Polly), uma mulher muito fria e um tanto insensível.Com o tempo, conquista toda a cidade com seu "Jogo do Contente", fazendo das pessoas que ninguém poderia acreditar que um dia poderiam mudar para melhor, se transformarem em pessoas amorosas, carinhosas, esperançosas e, principalmente, gratas.


Mas o que me motivou a ler o livro e termina-lo em um dia, foi o grande mistério "quem era o antigo namorado da Tia Polly, que a deixou tão amarga?"A única coisa que eu sabia era isso e que ela casava, no final com um médico, e um nem sabia se esse era o seu ex-namorado.Fiquei um dia inteiro, pulando entre uns 3 homens, para descobrir qual era o seu antigo pretendente.Isso é que foi mistério.Só fui descobrir quem era bem no final, já que a autora conseguiu levar o enigma intacto até o final.A parte mais trágica, é quando a menina alegre e insuportavelmente contente, é atropelada por um carro e perde o movimento das pernas.Então seu jogo é destruído, pois ela mesma não consegue ver o lado "bom" das coisas, pois nada parece ser tão bom quanto andar e correr.


O que realmente faz com que Pollyanna fique contente, é sua Tia, que mostra realmente o que pode fazê-la feliz: ver que ajudou muitas pessoas a mudarem seu jeito de pensar e agir, e que uma cidade inteira se mobilizava para deixa-la "contente".


Muito bem desenvolvida, a trama é levada de modo cativante, leve e tocante.Lindo, muito lindo.Quero muito ler a continuação, "Pollyanna Moça".Muito bom, de verdade.

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